Todas as noites ele sentava-se na proa empoeirada e olhava o movimentado reflexo lunar nas águas. Lembrava-se de tudo. Cada dia passado acumulava histórias breves e longas, dramáticas e engraçadas, com mulheres e peixes.
Cansados, os olhos fechavam-se e sorriam. Eram tempos tranqüilos. Seria ousadia dizer-lhes felizes, mas tranqüilos, ah, sim! Até demais.
A tempos as ondas não invadiam seu convés, a tempos nova terra não surgia. A vida passava assim, simplesmente passando. De uma forma até bela.
Chorava quando queria chorar, dava risada dos infortúnios irregulares da vida. Era louco, feliz sozinho. Ah, se pudessem me ouvir!
Cansados, os olhos fechavam-se e sorriam. Eram tempos tranqüilos. Seria ousadia dizer-lhes felizes, mas tranqüilos, ah, sim! Até demais.
A tempos as ondas não invadiam seu convés, a tempos nova terra não surgia. A vida passava assim, simplesmente passando. De uma forma até bela.
Chorava quando queria chorar, dava risada dos infortúnios irregulares da vida. Era louco, feliz sozinho. Ah, se pudessem me ouvir!

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